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    Justiça mantém prisão de acusado de matar menina de 10 anos no Maranhão

    08 NOV 2017
    08 de Novembro de 2017
    Justiça do Maranhão decidiu manter a prisão temporária de Robert Oliveira Cerejo, o ex-padrasto e acusado de matar a menina Alanna Ludmilla, que foi encontrada morta em uma cova rasa no quintal da sua casa no bairro Maiobão, em Paço do Lumiar. O parecer foi divulgado após a realização na manhã desta terça-feira (7), de uma audiência de custódia do preso.
    A juíza Janaína de Carvalho, da Central de Inquéritos e Custódia da Comarca da Ilha de São Luís, decidiu manter a prisão de 30 dias, a contar pelo dia de sua prisão, realizada no último sábado (4). De acordo com a juíza a sentença foi definida pelos mesmos fundamentos usados pela juíza Lícia Cristina Ferraz Oliveira, que tratou o caso como um crime hediondo, por haver indícios de autoria do crime, aliado a necessidade de que devem ser prestados maiores esclarecimentos, possibilitando a realização de todas as diligências de apuração do caso.
    Robert Serejo foi apresentado no Comando Geral da Polícia Militar do Maranhão (Foto: Mirante AM/Marcos Vinicios)

    Robert Oliveira Cerejo está preso desde o último sábado (4), enquanto tentava fugir de São Luís em direção ao interior do Maranhão. Na tarde do mesmo dia, ele confessou durante depoimento a polícia, que estuprou e matou por asfixia a menina de 10 anos. Segundo a polícia, no dia do crime ele pulou o muro da casa da vítima e conseguiu entrar no local porque havia uma cópia da chave. Ao entrar na residência, ele encontrou a menina sozinha, cometeu o abuso sexual e após o crime, a matou asfixiada e a enterrou no quintal da casa.

    Alanna Ludmilla foi encontrada morta por vizinhos em uma cova rasa no quintal da sua casa, na manhã da última sexta-feira (3). A menina estava com as mãos amarradas para trás e com um saco plástico na cabeça. O laudo oficial da perícia ainda não tem data definida, mas deve ser divulgado nos próximos dias.

    De acordo com a delegada Viviane Azambuja, que investiga o caso, foi descartado o envolvimento da mãe da menina, Jaciane Borges, no assassinato dela. Segundo a delegada também ainda existe a investigação da possibilidade de mais uma pessoa ter participado do crime.

    Para a polícia, Jaciane Borges não participou da morte da filha. (Foto: Reprodução/TV Mirante)

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